segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

VIDA CRISTÃ E A BOLA!?


VIDA CRISTÃ E A BOLA!?
“Sou cristão, não sou bandido, as pessoas têm de me respeitar”



Homem de confiança do técnico Dunga, com quem conquistou o Mundial de 1994, nos EUA, Jorginho também foi alvo de polêmicas durante a Copa da África do Sul e teve sua imagem associada ao fracasso da seleção brasileira. Duas semanas após a eliminação do time nas quartas de final, o ex-auxiliar ainda não conseguiu digerir a derrota para a Holanda por 2 a 1 e o fim precoce de um projeto iniciado em agosto de 2006.


Nesta entrevista ao Estado, por telefone, ele declarou que vai levar tempo para se recuperar do baque. Firme em suas convicções, Jorginho pediu respeito à sua opção religiosa e fez um desabafo: “Eu sou cristão, não sou bandido. Eu quero que minha fé seja respeitada. Vivemos num País com liberdade religiosa. As pessoas têm de me respeitar.”

A sua contrariedade se deve, em parte, à reclamação do observador técnico Jairo dos Santos, duas vezes campeão mundial com o Brasil, ao blog do jornalista Juca Kfouri, de que foi substituído na seleção “por alguém com muita experiência evangélica” e membro da igreja de Jorginho. Ele se referia a Marcelo Cabo, olheiro da equipe no Mundial.

“Ele (Cabo) esteve lá, porque é competente e não porque é cristão. A escolha foi minha, mas a palavra final foi do Dunga. Não tomei nenhuma decisão sem a autorização do Dunga”, comentou o ex-lateral-direito da seleção tetracampeã mundial em 94. “Se a gente ganhasse, não haveria nada disso. O Jairo (dos Santos) não apareceria e não haveria tanta contestação.” Jorginho também não gostou nada de ser apontado por pessoas ligadas à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) como o mentor de quase tudo o que ocorreu de errado na concentração da seleção na África do Sul. “Nesse momento, sempre vão buscar um culpado. Eu ser o mentor de qualquer coisa é um desrespeito comigo e com o Dunga, que é um líder nato.”

Depois do desembarque tumultuado no Rio – vindo de Johannesburgo -, em que foi hostilizado e deixou o Aeroporto Internacional Tom Jobim escoltado por policiais militares, Jorginho descansa ao lado dos familiares e pretende, em breve, voltar a trabalhar como técnico. Ele exerceu a função com sucesso em 2006 pelo América-RJ – levou o time à final da Taça Guanabara (primeiro turno do Campeonato Carioca). “Ficamos tristes (com a eliminação da seleção na Copa), mas temos de superar isso.” A seguir, os principais trechos da entrevista.

Como têm sido os últimos dias? Você procurou se desligar do futebol para descansar um pouco?
Está tudo tranquilo, estou levando a vida naturalmente. Ficamos tristes, mas temos de superar isso.

Já absorveu a eliminação para a Holanda na Copa?
Vai levar tempo. As lembranças ainda martelam a cabeça. Aquela derrota, logicamente, doeu. Não tem como esquecê-la tão rapidamente.

Antes de ser chamado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), você teve ótima passagem pelo América-RJ como técnico. Seu objetivo é retomar a carreira?
Sou treinador, mas aceitei ser auxiliar técnico, porque Copa do Mundo e a seleção brasileira são prioridades, e aí eu tive de dar uma pausa. Mas agora vou recomeçar. A experiência na seleção foi maravilhosa, muito boa, acrescentou muito na minha vida pessoal e profissional. Sem dúvida, aprendi bastante.

O que de mais positivo ficou desses quatro anos em que se dedicou à seleção?
O trabalho foi bem feito. Houve planejamento, tudo muito bem pensado. Toda a ação tem uma reação. Estou falando contigo, você vai escrever, vai editar e as pessoas vão interpretar de forma diferente. Ganhar uma Copa do Mundo não é tão simples. Acidentes acontecem. Tínhamos convicção de que estávamos no caminho certo, fizemos um excelente primeiro tempo contra a Holanda, mas perdemos. Um típico acidente de futebol.

O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, disse em entrevista, após a eliminação do Brasil, que não se pode mudar a rota de um avião no meio do Oceano Atlântico. Ele se referia à comissão técnica que formou em 2006. Como você interpreta essa declaração?
Só tenho de agradecer a ele a oportunidade. Não tenho nada a falar contra ele, nem um “ai”. Foram quatro anos de seleção, uma experiência incrível que me fez crescer como treinador e como homem. Nos momentos mais difíceis, o presidente esteve do nosso lado. Na época em que estávamos em quarto nas Eliminatórias e fomos bronze nos Jogos de Pequim, em 2008, a pressão era grande e ele poderia ter trocado a gente, mas nos manteve. Não guardo mágoa nenhuma. Aliás, ingratidão é uma coisa triste. Sou grato ao Dunga e ao Ricardo.

Mesmo sendo demitido por e-mail pelo site da CBF?
Não tenho do que reclamar. A nossa cultura é de mudar (o técnico). O presidente (Ricardo Teixeira) nunca repetiu (o treinador depois de uma Copa do Mundo).

O observador técnico Jairo dos Santos, duas vezes campeão mundial com a seleção, reclamou publicamente que você preferiu substituí-lo “por alguém com muita experiência evangélica e membro de sua igreja”. Ele se referia a Marcelo Cabo, olheiro do Brasil na Copa da África. Como você reagiu a isso?
Jairo é um grande profissional, tem as qualidades dele. Mas queríamos um relatório (dos jogos) mais simples. Não sou teórico, sou prático. Precisávamos de alguém para discutir as partidas, que tivesse uma excelente visão de jogo. O Jairo fazia relatório de 50 páginas. O Dunga me dizia: “Não aguento mais esse relatório enorme. Não dá.” Soube que antigos treinadores da seleção jogavam o relatório dele fora.

Marcelo Cabo só trabalhou em clubes de pouca expressão e atuou como auxiliar técnico de Marcelo Paquetá na seleção da Arábia Saudita, em 2002. O que o credenciou a trabalhar na seleção?
Ele esteve lá porque é competente e não porque é cristão. A escolha foi minha, mas a palavra final foi do Dunga. Não tomei nenhuma decisão sem a autorização do Dunga. Quando a gente perde, é fácil atacar as pessoas. Eu sou cristão, não sou bandido. Eu quero que minha fé seja respeitada. Vivemos num País com liberdade religiosa. As pessoas têm de me respeitar. Sou um homem de palavra, de caráter.

Como era sua participação nos encontros religiosos na concentração da seleção?
Não participei de nenhuma reunião cristã na África do Sul. Na época de atleta, era diferente. Eu fazia parte, mas como auxiliar técnico, não misturava as coisas.

Você foi apontado por pessoas ligadas à CBF como o mentor de quase tudo o que ocorreu de errado na concentração do time na África do Sul?
Nesse momento, sempre vão buscar um culpado. Quem me conhece, sabe do meu caráter. Eu ser mentor de qualquer coisa é um desrespeito comigo e com o Dunga, que é um líder nato. Sou apaziguador, não sou de tumultuar. Se a gente ganhasse, não haveria nada disso. O Jairo (dos Santos) não apareceria e não haveria tanta contestação. Auxiliar técnico ser mentor é complicado. Tem alguém que quer me prejudicar para soltar uma notícia dessa.

Apesar de defensor da proibição das visitas familiares, você foi um dos primeiros a levar esposa e filhos para o Mundial. Alguns jogadores teriam se sentido traídos. O que diz sobre isso?
Não proibimos ninguém de levar família para lá. A CBF não tinha condições de dar assistência aos parentes (de todos da delegação) e aconselhou, até pelas notícias de violência vindas de lá, que cada um cuidasse dos seus familiares. Não fui o único a agir assim. O Robinho, o médico José Luiz Runco, o chefe de imprensa Rodrigo Paiva, enfim, vários do grupo levaram parentes e tudo caiu só em mim. Sempre tem de ter um culpado.

QUEM É JORGINHO?
Estreou como profissional no América-RJ, em 1983, e no ano seguinte foi para o Flamengo, onde jogou até 1989. Atuou no futebol alemão e japonês antes de voltar para o Brasil e defender o São Paulo, o Vasco e o Fluminense. Como jogador, fez 68 partidas pela seleção, entre 1987 e 1995. Como treinador, só comandou o América-RJ, além de ter sido auxiliar de Dunga na seleção na Copa América de 2007, na Olimpíada de 2008, na Copa das Confederações e na Copa da África.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

O DEFEITO

16 - O Defeito

Um carregador de água na Índia levava dois potes grandes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessada em seu pescoço. Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe; o pote rachado chegava apenas pela metade. Foi assim por dois anos, diariamente, o carregador entregando um pote e meio de água na casa de seu chefe.

Claro, o pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações. Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição, e sentindo-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que ele havia sido designado a fazer.

Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote falou para o homem um dia à beira do poço.

- "Estou envergonhado, e quero pedir-lhe desculpas."

- "Por quê?" Perguntou o homem.

- "De que você está envergonhado?"

- "Nesses dois anos eu fui capaz de entregar apenas a metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho da casa de seu senhor. Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho, e não ganha o salário completo dos seus esforços," disse o pote.

O homem ficou triste pela situação do velho pote, e com compaixão falou:

- "Quando retornarmos para a casa de meu senhor, quero que percebas as flores ao longo do caminho."

De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou as flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu certo ânimo. Mas ao fim da estrada, o pote ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade, e de novo pediu desculpas ao homem por sua falha.

Disse o homem ao pote:

- "Você notou que pelo caminho só havia flores no seu lado. Eu ao conhecer o seu defeito, tirei vantagem dele. E lancei sementes de flores no seu lado do caminho, e cada dia enquanto voltávamos do poço, você as regava. Por dois anos eu pude colher estas lindas flores para ornamentar a mesa de meu senhor.

Sem você ser do jeito que você é, ele não poderia ter esta beleza para dar graça à sua casa."

Cada um de nós temos nossos próprios e únicos defeitos. Todos nós somos potes rachados. Porém, se permitirmos, o Senhor vai usar estes nossos defeitos para embelezar a mesa de seu Pai. Na grandiosa economia de Deus, nada se perde.

Nunca deveríamos ter medo dos nossos defeitos. Se os reconhecermos, eles poderão ser transformados por Deus para causar beleza. Nas nossas fraquezas o Senhor diz que seremos fortes , portanto vamos deixá-Lo agir com liberdade em nossas vidas para sermos sim transformados a Sua REAL imagem e semelhança .

Deus te abençoe e capacite ..

PROMEIRO PROTESTANTE CONGREGACIONAL NO BRASIL

* ROBERT KALLEY - Pioneiro do Protestantismo e do Congregacionalismo no Brasil

* ROBERT KALLEY - Pioneiro do Protestantismo e do Congregacionalismo no Brasil

DEUS ENTRA COM PROVIDÊNCIA

DEUS ENTRA COM PROVIDÊNCIA
II Reis 6.1-7

Propósito Geral: Consagratório.

Tema Específico: Crescimento Espiritual

Idéia Central do Sermão:

QUANDO BUSCAMOS CRESCIMENTO ESPIRITUAL,
DEUS ENTRA COM PROVIDÊNCIAS.


Com quais PROVIDÊNCIAS Deus entrou nesta história?


1. QUANDO BUSCAMOS CRESCIMENTO ESPIRITUAL, ELE NOS FAZ VER QUE É PRECISO EXPANDIR - vs. 1.

O cristão e a igreja que estão buscando crescimento espiritual sentem que não devem nem podem se acomodar, pois o nosso espaço sempre será pequeno.
A Bíblia nos ensina em Isaías 54.2-3: "Amplia o lugar da tua tenda, e estendam-se as cortinas das tuas habitações; não o impeças; alonga as tuas cordas, e fixa bem as tuas estacas. Porque transbordarás para a direita e para a esquerda".

2. QUANDO BUSCAMOS CRESCIMENTO ESPIRITUAL, ELE DÁ A DIREÇÃO - v. 2.

Alguns cristãos pensam que hoje em dia Deus não mais dá a direção particular às igrejas ou aos cristãos; que Ele não mais nos diz o que deve ser feito.
Quantos não estão enganados achando que devem trilhar caminhos próprios sem depender exclusivamente de Deus. Tornam-se auto-suficientes profissionais e acabam se esquecendo o que a Bíblia diz em João 3.27 e Tiago 1.17 (por exemplo).

3. QUANDO BUSCAMOS CRESCIMENTO, ELE PREPARA UM INSTRUTOR - vs. 3.

Moisés instruiu Josué; Elias instruiu Eliseu; Paulo instruiu Timóteo; Jesus instruiu os discípulos.

4. QUANDO BUSCAMOS CRESCIMENTO ESPIRITUAL, ELE NOS LEVA À DIMENSÃO DOS MILAGRES - v. 6.

Para o aprendiz de profeta que derrubou o ferro do machado na água, ali era o fim de seu ministério profético, entretanto, para Deus ali começava uma vida de milagre. O ponto final do homem é o ponto de partida de Deus.

CONCLUSÃO:
Se buscarmos crescimento espiritual, Deus mostrará que é preciso expandir (pois o espaço pequeno); Ele nos dará a direção do que deve ser feito e, se isso não bastasse, Ele nos preparará um instrutor e nos levará a uma vida onde milagres acontecem.


Aleluia. Deus seja louvado!

Autoria: Etiêne Pacífico Teixeira

A MATEMÁTICA DO MILAGRE

A MATEMÁTICA DO MILAGRE
Mateus 14.13-21

Propósito Geral: Consagratório.

Tema Específico
: O milagre da multiplicação.


Idéia Central do Sermão
:

JESUS CONTINUA FAZENDO O MILAGRE DA MULTIPLICAÇÃO

Frase de Efeito: APLIQUE EM SUA VIDA A MATEMÁTICA DO MILAGRE.

Pergunta de Ligação
: - Como podemos fazer isso? Observando as OPERAÇÕES DA MATEMÁTICA DO MILAGRE relatadas neste texto:

PRIMEIRA OPERAÇÃO DA MATEMÁTICA DO MILAGRE
: DIMINUIR A HIPOCRISIA (até acabar com ela) - vs 15.
Tema do Meio
: Hipocrisia.
Explicação
: Os discípulos não estavam preocupados com a multidão, como pode parecer à primeira vista. Lendo o contexto imediatamente anterior, vemos que João Batista havia sido morto pelo rei. Os discípulos estavam, naturalmente, assustados e com medo que algo ruim também acontesse a eles e a Jesus. Apesar do seu discurso tão piedoso, eles, na verdade, queriam apenas se livrar daquela gente, pois uma multidão com fome sempre é um grande problema e um tumulto facilmente poderia se desencadear com eles no centro das atenções, e com grandes chances de serem responsabilizados pelo desastre. Em outras palavras, eles estavam sendo hipócritas. Mas Jesus não "engoliu" sua farsa ("A multidão não precisa ir embora" - disse-lhes o Mestre), pois o Nosso Senhor não fará milagres enquanto houver hipocrisia em nossos lábios e em nossos corações.
Ilustração: Um jovem vivia se negando à obra de Deus, alegando para o seu pastor que não tinha tempo, pois trabalhava de dia e estudava à noite. Mas sua máscara caiu no dia em que ele arranjou uma namorada. A partir daquele momento ele arranjava tempo de sobra para namorar, todos os dias e aos finais de semana.
Fundamentação: Isaías 29.13: "Este povo... com os seus lábios me honra, mas o seu coração se afasta para longe de mim..."
Opinião Contrária: _____________________________________________
Ponto-Cruz: _____________________________________________
Glorificação: _____________________________________________

Aplicação
: Hipócrita é aquele pecador que antigamente fazia tanto pelo pecado e agora faz tão pouco por Jesus:
- Antes, ele andava a distância que fosse para satisfazer seus desejos. Agora acha que a igreja é longe.
- Enfrentava qualquer tempo. Agora qualquer chuvinha o faz faltar aos cultos.
- Gastava grande parte do seu salário para sustentar seus vícios. Agora acha o dízimo pesado.
- Gastava horas com bares, festas, jogos etc. Agora acha que um culto de 2 horas é inadimissível.
- Dava tudo de si para as coisas do mundo. Agora nega seu tempo, recursos e talentos para Jesus.
Apelo do Meio: _____________________________________________


SEGUNDA OPERAÇÃO DA MATEMÁTICA DO MILAGRE
: SOMAR RESPONSABILIDADE - vs 16.
Tema do Meio
: Responsabilidade
Explicação
: Jesus foi bem enfático: "Dai-lhe vós de comer". O problema da fome das multidões É NOSSO! É nossa responsabilidade. Jesus não fará nenhum milagre de multiplicação enquanto não assumirmos a nossa responsabilidade. Ele vai multiplicar, mas não para mim, para eu satisfazer meus desejos e caprichos, mas para que NÓS tenhamos condições de dar conta das nossas responsabilidades.
Ilustração: _____________________________________________
Fundamentação
: Mateus 10.
Opinião Contrária: _____________________________________________
Ponto-Cruz: _____________________________________________
Glorificação: _____________________________________________

Aplicação
: O problema dos jovens não é problema do pastor, É PROBLEMA NOSSO.
O problema das crianças não é problema do governo, É PROBLEMA NOSSO, etc.
Apelo do Meio: _____________________________________________


TERCEIRA OPERAÇÃO DA MATEMÁTICA DO MILAGRE
: DIVIDIR OS RECURSOS - vs 17-19.
Tema do Meio
: Dedicação.
Explicação
: Antes de ver a multiplicação, os discípulos tiveram que colocar seus escassos recursos nas mãos de Jesus e vê-lo partindo (dividindo) o pão. Antes de vermos o milagre da multiplicação em nossas vidas, temos que fazer o mesmo. Temos que colocar todos os nossos recursos em suas mãos e deixá-lo dividir à vontade.
Ilustração: _____________________________________________
Fundamentação
: Mateus 16.25: "Quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á".
Opinião Contrária: _____________________________________________
Ponto-Cruz: _____________________________________________
Glorificação: _____________________________________________
Aplicação: Provavelmente Jesus vai ordenar que você divida seu tempo, bens e talentos, antes de multiplicá-los.
Apelo do Meio: _____________________________________________


QUARTA OPERAÇÃO DA MATEMÁTICA DO MILAGRE
: MULTIPLICAR - vs 20-21.
Esta operação da Matemática do Milagre não é o homem quem faz. É Jesus. Aleluia!
Quando o homem, de todo o seu coração e sem reservas, faz as três primeiras Operações, Jesus, sem pestanejar, faz a última: A tão esperada e maravilhosa multiplicação!
Não vai faltar, nem para você nem para ninguém. Os escassos recursos dos discípulos era insuficientes até para eles mesmos, mas, nas mãos de Jesus, eles se multiplicaram e todo mundo se fartou e ainda sobraram 12 cestos.


CONCLUSÃO

- Diminua a hipocrisia (até acabar com ela).
- Some as responsabilidade (o problema é nosso).
- Divida seus escassos recursos (tempo, bens e talentos).

E creia nesta palavra: Não vai faltar, nem para você nem para ninguém ao seu redor, pois Jesus vai multiplicar.

Deus seja louvado!

Autor:
Pr Ronaldo Alves Franco

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

bolitim informativo





Silvio Santos pode vender SBT aos evangélicos ?



O grupo deve R$ 2,5 bilhões ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC) e Silvio Santos pode perder até mesmo a posse do canal, que já recebeu inúmeras propostas de compra de horários por parte de igrejas evangélicas.

Com seu habitual bom-humor, Silvio Santos está encarando com fina ironia a crise financeira que sua empresa mergulhou após um rombo de R$ 900 milhões ter eclodido no banco PanAmericano. Calmo, o empresário insinuou não estar muito preocupado com as consequências do caso, que deve influenciar, por exemplo, no futuro da sua principal atração: a rede de televisão SBT.

A respeito das propostas, Silvio alegou que está disposto a cogitar convites caso isso signifique salvar sua empresa da falência. “Se pagarem os R$ 2,5 bilhões que estou devendo, é claro que vendo o SBT. Não precisa pagar nem para mim, paga diretamente para o Fundo Garantidor de Crédito”.

Em entrevista à "Folha de São Paulo", Silvio Santos alegou ainda que, apesar de investir no PanAmericano, mantém distância sobre suas movimentações. “Não sou obrigado a entender de banco. Eu sou investidor, eu boto dinheiro, pago bem aos profissionais e quero resultados. Às vezes falha e, desta vez, falhou. Que culpa tenho eu?”, questionou. “Nunca fui ao banco [PanAmericano]. Nem sei onde fica o prédio. Quando tenho dinheiro, aplico no mercado brasileiro e não sou obrigado a saber onde fica a empresa”.

Por conta da assinatura de um contrato de confidencialidade, Silvio Santos não expõe as razões para o rombo do banco, que pode ter sido acarretada por fluxo de recebimentos de créditos fictícios. A crise, no entanto, está anunciada.

Evangélicos de olho.

Além do ministério do pastor Silas Malafaia, a Igreja Internacional da Graça de R.R. Soares também teria feito ofertas. Emissários de Soares, inclusive, teriam oferecido R$ 10 milhões por mês para ter cinco horas por dia na grade da emissora. Até mesmo a Igreja Universal do Reino de Deus (Record - IURD), do bispo Edir Macedo, teria pretensões de comprar um espaço no SBT.

Malafaia, R.R. Soares e Edir Macedo disputam compra de espaço no SBT Ao menos três igrejas evangélicas fizeram nas últimas 48 horas ofertas para comprar horário na madrugada do SBT. Por meio de sua assessoria, o SBT diz que "não são novas as ofertas (de igrejas), mas até o momento não surgiu nenhuma proposta que tenha interessado", confirmando negociações.

Duas delas disputam a atenção: o ministério do pastor Silas Malafaia e a Igreja Internacional da Graça de R.R.Soares. Emissários de Soares teriam oferecido R$ 10 milhões por mês por cinco horas diárias.

No primeiro trimestre de 2009 Soares já havia ofertado a Silvio Santos R$ 5 milhões por três horas, mas a emissora recusou. A Universal de Edir Macedo, que é cunhado de R.R.Soares, também sinalizou a Silvio com novas ofertas ontem.

A assessoria do SBT não quis comentar as negociações. Por enquanto, é a única TV aberta sem qualquer programação religiosa (até a Globo tem a "Santa Missa" católica).








terça-feira, 4 de janeiro de 2011FALSO PASTOR.
Preso falso pastor que abriu 146 igrejas no país



Um total de 146 igrejas evangélicas fundadas até 2007, um veículo furtado e um volume ainda não contabilizado de bens e dinheiro arrecadados em golpes. Essa é a ficha criminal resumida de Sabino Saldanha, 51, que seria natural de Soledade (RS).

A Polícia Federal e a Brigada Militar de São Borja (560 km de Porto Alegre) ainda não conseguiram checar de qual cidade, afinal, o suspeito de estelionato teve ao menos quatro carteiras de identidade falsas encontradas no momento da prisão em flagrante.

Saldanha –que, em São Borja, se apresentava como pastor Laércio Alves da Silva– foi preso na noite de quinta (9) no município gaúcho. A prisão aconteceu em um galpão onde ele se preparava para ministrar aulas e após dias de monitoramento de suas atividades. O falso pastor foi encaminhado ao presídio estadual de São Borja.

A prisão foi efetuada pela Brigada Militar. Segundo o chefe do setor de Inteligência da corporação, sargento Gibi Coski, o falso pastor foi encontrado graças a uma denúncia anônima. “A partir daí, começamos a pesquisar na internet e vimos que ele tinha mandados de busca no Tocantins, em Rondônia e em São Paulo."

A busca online ainda auxiliou a Brigada em mais duas descobertas: a de um veículo Gol encontrado no galpão onde aconteceu o flagrante –o carro, segundo a polícia, consta como furtado no Paraná– e de vários documentos das igrejas que foram fundadas por ele.

“Pelo que apuramos até o momento, os mandados eram de três Estados, mas ele teve problemas de apropriação indébita e estelionato também no Distrito Federal, Paraná, Rio de Janeiro, Goiás e São Paulo. Não param de ligar pessoas que foram fiadoras dele nesses Estados e que tomaram calote”, contou o policial.

Os golpes variavam do requerimento de doação de áreas para construção de igrejas e de centros de recuperação de dependentes químicos, que nunca foram construídos, a bingos e outros tipos de captação para projetos. As terras doadas, por exemplo, eram vendidas sem qualquer interesse assistencial. A PF confirmou que um inquérito para apurar os crimes foi instaurado.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

sermão pregado na radio dia 04/01/2011

UM HOMEM (QUASE) FELIZ
II Reis 5.1-19
“Ora, Naamã, chefe do exército do rei da Síria, era um grande homem diante do seu senhor, e de muito respeito, porque por ele o Senhor dera livramento aos sírios; era homem valente, porém leproso”.

Naamã era um homem bem sucedido (era o chefe do exército do rei da Síria).
Naamã era um homem que tinha seu talento reconhecido pelo próprio rei.
Naamã era amado por seus soldados.
Naamã gozava de muito conceito e respeito por todos do seu país.
Naamã era um homem abençoado por Deus (por meio dele, Deus dera livramento aos sírios).
Naamã tinha uma esposa que o amava e se preocupava com ele.
Naamã era valente.

Naamã era feliz? Não! Naamã era um homem quase feliz.
Ele até que poderia ser muito feliz, mas havia um “porém”: Naamã era leproso.

(Lembre-se que naquela época a lepra não tinha cura; privava o doente do convívio social e levava-o a uma morte diária, lenta, sofrida e solitária).

É exatamente assim que muitas pessoas se sentem. Apesar de terem alcançado o sucesso profissional e familiar, apesar de gozarem do respeito de todos que o rodeiam, apesar de se sentirem pessoas abençoadas por Deus, apesar de serem valentes e lutadores, não são inteiramente felizes. Há sempre um “porém” que consume suas energias, privando-os da felicidade plena, levando-os a experimentar uma mortificação diária, lenta, sofrida e solitária.

No entanto, Naamã encontrou a cura do seu mal e a felicidade plena.

UM HOMEM QUASE FELIZ
ENCONTRA A FELICIDADE!

E nós, também podemos encontrar a nossa, se mantivermos as mesmas posturas que ele manteve:
1) NAAMÃ DEU OUVIDOS AO TESTEMUNHO DE UMA PESSOA SIMPLES.
“Os sírios, numa das suas investidas, haviam levado presa, da terra de Israel, uma menina que ficou ao serviço da mulher de Naamã. Disse ela a sua senhora: Oxalá que o meu senhor estivesse diante do profeta que está em Samária! Pois este o curaria da sua lepra. Então Naamã foi notificar a seu senhor, dizendo: Assim e assim falou a menina que é da terra de Israel. Respondeu o rei da Síria: Vai, anda, e enviarei uma carta ao rei de Israel”.
Naamã deu ouvidos às palavras de uma menina-escrava. Tanto acreditou que levou o assunto ao seu rei, que o autorizou a viajar para Israel e, ainda, se dispôs a escrever uma carta de recomendação ao rei de Israel.
Esta menina era muito simples; provavelmente, analfabeta. Mas, Naamã acreditou em suas palavras, pois ela falava de algo que conhecia pessoalmente lá da sua terra e não de alguma teoria que aprendera em bancos escolares.
E nós, quantas vezes temos desprezado o testemunho vivo de alguém tão-somente porque se trata de uma pessoa simples? Será que poderíamos contar quantas vezes o patrão ou a patroa desprezou o testemunho de seus empregados cristãos? Será que teríamos condições de contabilizar quantas vezes o rico não deu ouvidos aos crentes pobres? Ou, quantas vezes o “doutor” desqualificou a palavra de fé das pessoas simples?
Sabe o que a Bíblia diz acerca deste assunto?
“Deus escolheu as coisas loucas do mundo para confundir os sábios; e Deus escolheu as coisas fracas do mundo para confundir as fortes; e Deus escolheu as coisas ignóbeis do mundo, e as desprezadas, e as que não são, para reduzir a nada as que são; para que nenhum mortal se glorie na presença de Deus” (I Coríntios 1.27-29).

2) NAAMÃ FOI BUSCAR AJUDA.
“Foi, pois...”.
Quando estamos enfrentando um problema sério na vida, especialmente doenças graves, incuráveis, ficamos como que anestesiados, tão grande é a desgraça que se abateu sobre nós e nossa família.
“Não tem jeito! Não tem cura! Não tem saída!” Parece que o diagnóstico dos especialistas fica ecoando em nossa mente e nos deixa de mãos e alma amarradas.
Por mais certos que eles estejam, porém, sua perspectiva é puramente humana.
A Bíblia nos diz, por outro lado, que para Deus não existe a palavra IMPOSSÍVEL.
Naamã não se deixou abater com o diagnóstico dos médicos.
Ele acreditou e tomou uma decisão, uma atitude de fé: Foi, pois... buscar ajuda em Deus.
Muitas vezes até acreditamos no testemunho de fé das pessoas mais simples, mas ficamos paralisados diante da desgraça e não tomamos a decisão de nos levantarmos para buscar a face de Deus.
Sabe o que a Bíblia diz acerca deste assunto?
“Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto” – Isaías 55.6.
“Cheguemo-nos, pois, confiadamente ao trono da graça, para que recebamos misericórdia e achemos graça, a fim de sermos socorridos no momento oportuno” – Hebreus 4.16.

3) NAAMÃ SE HUMILHOU PERANTE DEUS.
“... e levou consigo dez talentos de prata, e seis mil siclos de ouro e dez mudas de roupa. Também levou... a carta... Veio, pois, Naamã com os seus cavalos, e com o seu carro, e parou à porta da casa de Eliseu. Então este lhe mandou um mensageiro, a dizer-lhe: Vai, lava-te sete vezes no Jordão, e a tua carne tornará a ti, e ficarás purificado. Naamã, porém, indignado, retirou-se, dizendo: Eis que pensava eu: Certamente ele sairá a ter comigo, pôr-se-á em pé, invocará o nome do Senhor seu Deus, passará a sua mão sobre o lugar, e curará o leproso. Não são, porventura, Abana e Farpar, rios de Damasco, melhores do que todas as águas de Israel? Não poderia eu lavar-me neles, e ficar purificado? Assim se voltou e se retirou com indignação. Os seus servos, porém, chegaram-se a ele e lhe falaram, dizendo: Meu pai, se o profeta te houvesse indicado alguma coisa difícil, porventura não a terias cumprido? Quanto mais, dizendo-te ele: Lava-te, e ficarás purificado. Desceu ele, pois, e mergulhou-se no Jordão sete vezes, conforme a palavra do homem de Deus; e a sua carne tornou-se como a carne dum menino, e ficou purificado”.
Naamã trouxe seu ouro e sua prata: símbolos da sua riqueza pessoal.
Naamã trouxe dez mudas de roupas finíssimas: símbolos do seu bom gosto.
Naamã trouxe uma carta de recomendação do rei da Síria: símbolo do seu prestígio.
Porém, Naamã trouxe também a altivez, o orgulho dentro do seu coração.
O texto bíblico declara que Naamã esperava que o profeta de Deus viesse recebê-lo à porta – quem sabe – com um tapete vermelho, impressionado com sua riqueza, bom gosto e prestígio e faria um ritual elaborado diante dele, pelo qual estaria disposto a pagar muito bem (se resolvesse o seu problema, é claro).
Mas, Deus é sábio e resolveu quebrar o orgulho de Naamã por meio do profeta, que, além de nem sair pra fora para ver “o importante general sírio”, enviou um moleque de recado para lhe ordenar que se banhasse sete vezes no barrento Rio Jordão.
Naamã se revoltou. Revelou o orgulho que havia em seu coração e negou-se a cumprir a ordem do profeta. Não fossem seus soldados a convencê-lo a obedecer, Naamã teria voltado para a Síria exatamente do mesmo jeito que de lá viera. Mas seus soldados o amavam (até chamavam-no de “pai”) e insistiram com ele, e ele cedeu.
Mesmo contrafeito, tomou o banho da humilhação sete vezes (o número sete é o número-símbolo daquilo que é perfeito ou completo – isto significa que Naamã foi completamente humilhado diante dos seus soldados). Quando Deus viu que Naamã se humilhou, restaurou a sua saúde!
Quantas vezes nos aproximamos de Deus tentando impressioná-lo com nossa “riqueza pessoal”, com nossas palavras bem elaboradas e com nosso prestígio? Mas Deus não se impressiona com nada destas coisas que nós consideramos importantes, antes, decide humilhar-nos, para que entendamos que qualquer ação Dele em nossa vida é graça, e não mérito humano.
Quantas pessoas já voltaram para casa sem a benção divina porque não quiseram se humilhar diante de Deus? Talvez tenha se negado a ir à frente para receber a oração ou para admitir publicamente a sua miséria e infelicidade; ou, então, revoltaram-se contra alguma orientação de um homem de Deus.
Sabe o que a Bíblia diz acerca deste assunto?
“Qualquer, pois, que a si mesmo se exaltar, será humilhado; e qualquer que a si mesmo se humilhar, será exaltado” – Mateus 23.12.
“Deus resiste aos soberbos; porém, dá graça aos humildes” – Tiago 4.6.

4) NAAMÃ CONVERTEU-SE NUM VERDADEIRO ADORADOR.
“Então voltou ao homem de Deus, ele e toda a sua comitiva; chegando, pôs-se diante dele, e disse: Eis que agora sei que em toda a terra não há Deus senão em Israel; agora, pois, peço-te que do teu servo recebas um presente. Ele, porém, respondeu: Vive o Senhor, em cuja presença estou, que não o receberei. Naamã instou com ele para que o tomasse; mas ele recusou. Ao que disse Naamã: Seja assim; contudo dê-se a este teu servo terra que baste para carregar duas mulas; porque nunca mais oferecerá este teu servo holocausto nem sacrifício a outros deuses, senão ao Senhor”.
Deus impôs a humilhação a Naamã com um propósito: revelar-se a ele.
A cura divina restaurou não apenas o físico de Naamã, mas também sua alma.
Seu corpo foi curado, sim, mas sua visão acerca das coisas espirituais foi totalmente aberta; agora ele sabe que só há um Deus verdadeiro em todo o mundo, o Deus de Israel.
A quantos falsos deuses será que Naamã já havia implorado cura? Somente o Deus verdadeiro supriu sua maior necessidade!
Todo o ouro, prata e presentes que ele trouxe quer agora dar ao profeta, não para comprá-lo ou impressioná-lo, mas como uma legítima expressão de gratidão por aquilo que Deus fez em sua vida através daquele homem.
(O profeta de Deus não aceita, pois os verdadeiros homens de Deus não se prevalecem destes momentos para arrancar dinheiro ou presentes das pessoas).
Naamã pede, então, para carregar duas mulas com terra. Sim, terra! Quatro sacos de terra. Porque? Para colocar num cantinho de sua casa e ali, sobre aquela pequena porção da terra de Israel, adorar ao Deus verdadeiro. É meio esquisito, é claro, mas foi sua forma simples de expressar que a partir daquele momento ele seria um verdadeiro adorador do Deus de Israel e que nunca mais iria adorar ou oferecer sacrifícios a outros deuses.
Quando Deus abençoa alguém, Sua benção sempre quer ir além daquilo que a pessoa pediu. Junto com a graça solicitada, Deus quer salvar a alma daquela pessoa, por meio da fé em seu único filho, Jesus Cristo.
Infelizmente, muitos que um dia foram curados e abençoados por Deus irão para o inferno, pois rejeitaram um compromisso mais sério com Ele. Querem tão-somente se livrar do sofrimento e voltar o quanto antes ao seu velho estilo de vida.
Querem a benção, mas rejeitam o Abençoador.
Foi assim com os 10 leprosos que Jesus curou de uma só vez: somente um voltou para agradecer.
Sabe o que a Bíblia diz acerca deste assunto?
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” – João 3.16.
“... eis que em sonho lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber a Maria, tua mulher, pois o que nela se gerou é do Espírito Santo; ela dará à luz um filho, a quem chamarás JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados” – Mateus 1.20-21.
“Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adoração o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem” – João 4.23.

5) NAAMÃ REAVALIOU SEUS CONCEITOS.
“Nisto perdoe o Senhor ao teu servo: Quando meu amo entrar na casa de Rimom para ali adorar, e ele se apoiar na minha mão, e eu também me tenha de encurvar na casa de Rimom; quando assim me encurvar na casa de Rimom, nisto perdoe o Senhor ao teu servo. Eliseu lhe disse: Vai em paz”.
Tão logo Naamã declarou que nunca mais iria adorar ou oferecer sacrifícios a outros deuses, senão ao Deus verdadeiro, se lembrou que o seu senhor, o rei da Síria, quando entrava no templo do deus Rimom (um deus sírio), gostava de se apoiar na sua mão e ele, Naamã, por respeito ao seu senhor e no cumprimento de seus deveres, também tinha que se encurvar diante da estátua daquele falso deus.
Agora ele sabe que isto é errado e pede perdão a Deus.
Foi seu primeiro conflito espiritual; sua primeira reavaliação de seus atos e estilo de vida.
Esta é a marca mais legítima daqueles que de fato tiveram uma experiência real e transformadora com Deus: uma total e completa reavaliação de todas as suas atitudes, de toda a sua filosofia de vida e de todas as suas crenças e posturas.
Tais pessoas querem agora viver de maneira tal que agrade ao Deus verdadeiro.
E quanto a nós? Nossas “experiências” com Deus ou com seu poder têm nos levado a uma tão grande reflexão? Ou, levianamente, continuamos a viver nossas vidinhas do mesmo jeito que antes?
Sabe o que a Bíblia diz acerca deste assunto?
“Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” – II Coríntios 17.17.
“Exterminai, pois, as vossas inclinações carnais; a prostituição, a impureza, a paixão, a vil concupiscências, e a avareza, que é idolatria; pelas quais coisas vêm a ira de Deus sobre os filhos da desobediência; nas quais também em outro tempo andastes, quando vivíes nelas; mas agora despojai-vos também de tudo isto: da ira, da cólera, da malícia, da maledicência, das palavras torpes da vossa boca; não mintais uns aos outros, pois já vos despistes do homem velho com seus feitos e vos vestistes do novo, que se renova para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou” – Colossenses 3.5-10.

Conclusão
Naamã voltou para casa curado, mas também transformado.

Com foi que isto aconteceu? Como um homem quase feliz encontrou a felicidade?

a) Ele deu ouvidos ao testemunho de uma pessoa simples;
b) Ele foi buscar ajuda em Deus;
c) Ele se humilhou diante de Deus;
d) Ele se converteu num verdadeiro adorador;
e) Ele reavaliou os seus conceitos.

amem ir: Railton Rocha